Nove dias, uma só oração e um pedido: a Novena das Rosas — a oração à Santíssima Trindade e vinte e quatro Glórias ao Pai, uma para cada ano que Teresinha viveu na terra —, com um tema diferente iluminado pelo Evangelho a cada dia e o Caminho do Dia. A devoção nasceu de um padre jesuíta que pediu uma rosa como sinal, em 1925, e recebeu uma no terceiro dia. Reze com a gente, com um livro companion gratuito.
Meses depois de Santa Teresinha ser canonizada, um padre jesuíta teve uma ideia simples: pedir um sinal, e ver se ela responderia.
Em 3 de dezembro de 1925 — sete meses depois da canonização de Teresinha, em 17 de maio daquele ano —, o Padre Putigan, jesuíta, começou uma novena por um favor que trazia no coração. Durante nove dias, rezou vinte e quatro vezes o Glória ao Pai, uma para cada ano que ela havia vivido na terra, agradecendo pelas graças com que Deus enriqueceu a sua alma. E pediu um sinal: que lhe chegasse às mãos uma rosa recém-colhida, se o pedido tivesse sido ouvido. No terceiro dia, uma pessoa desconhecida procurou o padre e lhe entregou uma rosa.
Ele repetiu a novena três semanas depois, começando em 24 de dezembro, pedindo desta vez uma rosa branca como sinal. No quarto dia, uma das irmãs enfermeiras lhe trouxe uma rosa branca, dizendo: "Santa Teresinha lhe manda esta." Assim nasceu a devoção que ficou conhecida como Novena das Rosas: no Brasil, ela é rezada de 22 a 30 de setembro, terminando na véspera da festa de 1º de outubro — é o costume que publicam a Canção Nova, a ACI Prensa, o Santuário de Santa Terezinha de Taubaté e tantas paróquias pelo país.
A novena não é palavra da própria santa — é uma fórmula devocional anônima, nascida em 1925, que se espalhou de boca em boca e de paróquia em paróquia. A palavra dela, a nossa novena também traz: trechos do Ato de Oferenda de Mim Mesma como Vítima de Holocausto ao Amor Misericordioso, escrito por Teresinha em 9 de junho de 1895, citados dentro da meditação de cada dia e, por inteiro, como apêndice do livro — em tradução nossa a partir do francês original, de domínio público.
É dele que vem a promessa mais repetida sobre ela: "Passarei o meu céu fazendo o bem na terra." São palavras que suas irmãs recolheram nos seus últimos dias de vida, em 1897, e que o próprio Carmelo de Lisieux reconhece hoje como tradição registrada por testemunho — não como gravação literal. E é essa promessa, mais de cem anos depois, que levou o Papa João Paulo II a proclamá-la Doutora da Igreja, em 1997, e o Papa Francisco a dedicar-lhe, em 2023, a exortação apostólica C'est la confiance — "É a confiança".
Cada um dos nove dias deste livro traz a mesma oração — a Novena das Rosas por inteiro, sem corte — e um tema diferente, iluminado por uma passagem do Evangelho: o pedido que você traz, a pequena via, as mãos vazias, o amor nas coisas pequenas. No fim de cada dia, o Caminho do Dia. O livro companion em PDF traz a novena inteira, pronta para imprimir e rezar sozinho ou em grupo.
“Passarei o meu céu fazendo o bem na terra.”
É a promessa mais citada sobre Santa Teresinha — e a mais delicada de apresentar com honestidade. As irmãs registraram estas palavras no leito de morte dela, em 1897; o próprio Carmelo de Lisieux reconhece que parte do material daqueles dias foi reescrita editorialmente por sua irmã, décadas depois. Ainda assim, é o coração da devoção: os Carmelitas de Loretto e a editora oficial dos Carmelitas Descalços dos Estados Unidos seguem imprimindo esta promessa na oração final da própria novena deles. No nosso livro, ela aparece do mesmo jeito — como a tradição que chegou até nós, não como transcrição literal incontestável.
Nove dias, uma oração só: a Novena das Rosas, íntegra, com um tema diferente a cada dia.
A oração à Santíssima Trindade, as vinte e quatro Glórias ao Pai — uma para cada ano de vida da santa —, a jaculatória e o fecho com Pai-Nosso e Ave-Maria, sem corte nenhum.
Cada dia ilumina um tema diferente à luz do Evangelho — o pedido que você traz, a pequena via, as mãos vazias, o amor nas coisas pequenas — com a mesma oração e o Caminho do Dia.
Trechos do Ato de Oferenda ao Amor Misericordioso, escrito por Teresinha em 1895, citados nas meditações e, por inteiro, como apêndice — em tradução nossa a partir do francês original.
A novena inteira em PDF, pronta para imprimir e rezar sozinho, em família ou no seu grupo de oração, um dia de cada vez.


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